A autora conta a história picante de romance e desejo entre West e Caroline, você não pode perder!

Ele me levanta e me leva no colo pelo corredor até o nosso quarto. O cobertor cai no chão quando ele tranca a porta, mas não estou com frio. Não com o corpo dele em cima do meu, os olhos dele nos meus, as palavras dele dentro de mim.

O motivo pelo qual não preciso de vingança é que tenho amor. A vingança não nos dá nada. Não nos preenche nem nos acalma, não nos satisfaz nem nos modifica.
E, mesmo que fizesse tudo isso, meu coração já está repleto. West está com as mãos na minha bunda, os lábios no meu pescoço. Ele me provoca, sorri e me chama de “senhora presidente”, puxa a minha blusa pela cabeça, lambendo e beijando entre os meus seios.

– Presidente Piasecki – diz ele. – Isso soa bem.

Fecho os olhos.

Tenho 20 anos de idade. Tenho um ano e meio de faculdade pela frente. Eu deveria estar bebendo demais, participando de festas, estudando no exterior, dormindo com muita gente e pensando no que quero fazer da minha vida. Eu não deveria já saber com quem quero passar o resto da minha vida. Mas eu sei. Sei muitas coisas.

– Presidente Leavitt também soa bem – digo.

Ele levanta os olhos, com uma pergunta impressa neles.

– Você não está falando de mim.
– Presidente Caroline Leavitt.

A compreensão aparece primeiro em sua boca e começa a subir para as maçãs do rosto, para os olhos. Uma felicidade e uma surpresa que ele não conseguiria esconder de mim nem se tentasse.

E não tenta. Ele apenas sorri e desliza a mão até a minha barriga, entrando pelo cós da minha calça de pijama e chegando ao meu calor molhado, me fazendo arfar.

– Você daria uma primeira-dama gostosa – digo, antes que ele acabe comigo de vez.
– Morda o lábio, gata.

Eu obedeço. Enquanto ele brinca dentro de mim com os dedos, mordo o lábio com força suficiente para estar inchado na manhã seguinte, mas tudo bem. Aquela pontinha de dor, aquele gosto de sangue, apenas aumenta o prazer.

Ele me faz gozar em sua mão. Depois tira a cueca, me penetra e faz amorcomigo devagar, tão silenciosamente e por tanto tempo que sinto outro orgasmo começando a vir. Aquela doçura suada crescendo entre nós. Quando o prazer aumenta e se torna mais intenso, ele me põe de joelhos e entra em mim por trás.

Ele puxa os meus cabelos do pescoço e sussurra em meu ouvido:

– Eu vou comer você assim no Salão Oval.

West… Com a bunda para o ar, estou tentando não rir quando ele me faz gozar de novo, e desta vez ele se joga comigo. Deixo o rosto cair no travesseiro, exausta e zonza. Ele está quente e pesado em cima de mim. Nada pode nos parar. Jamais perdi a minha felicidade de vista.

Nem por um minuto.