Aqui vale a máxima: “antes só do que mal acompanhada!”

Para quem está sozinha e sempre ouve um “quando vai arranjar um pretendente ou se casar?” daquela tia ou avó que aguarda ansiosamente pela vinda de um novo membro à família, boas notícias no front: a ciência acabou de comprovar que É MELHOR FICAR SOLTEIRA DO QUE MAL ACOMPANHADA. Pesquisadores da Universidade de Buffalo, em Nova York (EUA), constataram que somente aquelas RELAÇÕES DE ALTA QUALIDADE ESTÃO ASSOCIADAS A UMA MELHOR SAÚDE FÍSICA E MENTAL.

Para chegarem a tais conclusões, eles analisaram, no decorrer de dois anos, jovens adultos que estavam em um um envolvimento sério com alguém, e como levavam as questões deCONVÍVIO, SATISFAÇÃO, HOSTILIDADE DE CADA PARCEIRO, críticas, apoio, bondade, carinho, compromisso e comportamento fora da união. A maioria dos estudos realizados até então focavam apenas no IMPACTO DO CASAMENTO SOBRE O BEM-ESTAR, mas não a medida em que outros tipos de enlace pioravam ou favoreciam esse quadro.

Estudo comprova que estar num relacionamento infeliz traz prejuízos à saúde FOTO: thinkstock

ESTUDO COMPROVA QUE ESTAR NUM RELACIONAMENTO INFELIZ TRAZ PREJUÍZOS À SAÚDE FOTO: THINKSTOCK

Segundo os autores, um terço dos participantes passou por grandes mudanças nesse período mostrando que, quanto mais duradouro e saudável era o namoro, ou quanto mais rápido se saía dele quando era ruim, mais ganhos na saúde. PADRÕES DE INSTABILIDADE ESTÃO VINCULADOS A SINTOMAS DE DEPRESSÃO, PROBLEMAS COM ÁLCOOL E PREJUÍZOS PARA O FÍSICO EM GERAL. “Não é estar em um relacionamento que importa”, declara Ashley Barr, principal autora do projeto. “Benéfico é estar em uma relação de longo prazo e alta qualidade. Relacionamentos de baixa qualidade são prejudiciais à saúde”.  Os resultados demonstraram, assim, que é melhor ficar sem ninguém do que embarcar em uma furada.