Carreira & Finanças Comportamento

Apenas 39% do tempo trabalhado é produtivo, diz pesquisa

Procrastinar, aparentemente, é normal no ambiente profissional

 

Das 8 HORAS DIÁRIAS QUE VOCÊ PASSA NA EMPRESA, quantas, de fato, são trabalhadas? Porque, enfim, #QUEMNUNCA PAROU PARA DAR UMA OLHADA NAS REDES SOCIAIS, abrir um GIF engraçadinho ou assistir a um vídeo que está bombando na web?

PROCRASTINAR AS TAREFAS NO AMBIENTE PROFISSIONAL, ao que parece, é normal! Pelo menos, é o que diz uma pesquisa da Workfront (do ramo de softwares dos Estados Unidos) com seus próprios funcionários: SOMENTE 39% DO EXPEDIENTE SÃO PRODUTIVOS; o resto, 61%, é ocupado com tudo – menos, é claro, as obrigações profissionais!

O pior é que essa estatística diminuiu do ano passado para cá. Em 2015, a média bateu os 46% – muito embora 81% dos funcionários tenha considerado conseguir fazer melhor uso do tempo em comparação aos colegas. Cerca de 600 deles participaram da enquete de forma anônima, já que o objetivo da companhia era identificar os pontos problemáticos a serem ajustados.

De acordo com as respostas, o que toma a atenção e faz com que as obrigações sejam interrompidas frequentemente, não são as (milhares de) distrações da internet, a vista lá fora ou o bate-papo no café: O PRÓPRIO TRABALHO É O RESPONSÁVEL POR DELONGAR A FINALIZAÇÃO DE QUALQUER OCUPAÇÃO em questão. Reuniões, por exemplo, são as campeãs, consumindo 21% do período total (sendo que metade delas foi classificada como “improdutiva”).

Checagem de e-mails veio na sequência, com 16%, e as incumbências administrativas (leia-se burocráticas!), em terceiro, com 11%. A “enrolação” mesmo, só ocupou 8% de todo horário dedicado ao ofício – será, portanto, que o modelo trabalhista anda errado? Ou o gerenciamento por parte dos chefes?

 

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