Carreira & Finanças

“Com que roupa eu vou?”: nestas empresas, do jeito que você quiser

É crescente, nos últimos dois anos, o número de grandes companhias que aboliram o código de vestimenta e estilo

São Paulo – A pergunta “com que roupa eu vou?”, tema de um dos maiores sucessos do sambista Noel Rosa no carnaval de 1930, deixou de ser uma preocupação para grande parte das pessoas na hora de se apresentar ao trabalho.

É crescente, nos últimos dois anos, o número de grandes companhias que aboliram o código de vestimenta e estilo e adotaram uma única regra: venha como você é – o que pode incluir tatuagem, piercing e cabelos exóticos.

Inspirado nas empresas de tecnologia do Vale do Silício (EUA), onde predomina a informalidade justamente para atrair jovens talentos e facilitar o processo de inovação, o movimento se espalha hoje entre companhias tradicionais de diferentes setores. Até os bancos – tradicionalmente um reduto mais formal – entraram nessa onda.

Quem circula pelos corredores da sede do Itaú Unibanco, no Jabaquara (SP), por exemplo, vê funcionários com estilos diferentes de se vestir, de todas as faixas etárias e cargos. “A gente não tirou o terno e substituiu pela bermuda”, diz Valéria Marreto, diretora de RH.

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