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Mulher-Maravilha vira símbolo de empoderamento feminino da ONU

Personagem deverá dar visibilidade à campanhas pela igualdade de gênero

Se você gostava de histórias em quadrinhos é muito provável que já tenha sido fã da MULHER-MARAVILHA, a super-heroína mais famosa de todos os tempos. E agora ela sai das páginas (e das telas do cinema) para invadir a vida real por uma boa causa: a personagem foi eleita embaixadora da ONU para dar visibilidade à luta por igualdade de gênero.

A iniciativa surge como parte do 5° OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS), uma campanha para o  EMPODERAMENTO DAS MULHERES E MENINAS, anunciada na última sexta-feira (21), nos Estados Unidos. Na data, foi lançado um cartaz com o texto “Think of all the wonders we can do. Stand up for the empowerment of women and girls everywhere”, ou “Pense em todas as maravilhas que podemos fazer. Levante-se para o empoderamento de mulheres e meninas em todos os lugares”, em tradução livre.

Cartaz da ONU para o anúncio. Foto: Divulgação

CARTAZ DA ONU PARA O ANÚNCIO. FOTO: DIVULGAÇÃO

A ideia é USAR A IMAGEM DA HEROÍNA PARA CHAMAR ATENÇÃO PARA CINCO PONTOS: falar contra a discriminação e limitações das mulheres e meninas, reunir forças contra a violência e abuso baseados no gênero, apoio e participação efetiva e igualdade de oportunidades para mulheres e meninas em liderança em todos os aspectos da vida (incluindo o trabalho), assegurar que todas tenham acesso à educação de qualidade e compartilhar exemplos reais de mulheres e meninas que estão fazendo a diferença todos os dias.

Lynda Carter e Gal Gadot em seus papéis. Fotos: Reprodução/Instagram @reallyndacarter; @gal_gadot

LYNDA CARTER E GAL GADOT EM SEUS PAPÉIS. FOTOS: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM @REALLYNDACARTER; @GAL_GADOT

O anúncio contou com a presença de GAL GADOT, que interpreta a Mulher-Maravilha em “BATMAN VS. SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA“, e LYNDA CARTER, a primeira a dar vida à personagem nas telas. Apesar de muitos terem comemorado a notícia, alguns funcionários da própria ONU e internautas não viram com bons olhos a eleição de uma figura fictícia, já que existem muitos exemplos reais para receberem o posto. E você, concorda ou discorda da escolha?

 

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