Carreira & Finanças

Mulheres em posições de liderança trazem mais rendimentos para empresas, mostra estudo

Desde que as MULHERES entraram no MERCADO DE TRABALHO, esbarraram com diversos desafios em termos de salário e reconhecimento. Apesar disso, muitas ocupam CARGOS DE LIDERANÇA, à frente de grandes corporações. E, de acordo com um NOVO ESTUDO, ter MAISdelas NO COMANDO e exercendo influência sobre as decisões mais importantes seria aindaMAIS BENÉFICO, FINANCEIRAMENTE FALANDO, para as contas das empresas.

A pesquisa, intitulada “Is Gender Diversity Profitable? Evidence from a Global Survey” (A diversidade de gênero é lucrativa? Evidências de um levantamento global – em tradução livre), analisou 21.980 firmas em 91 países e foi conduzida pelo Peterson Institute for International Economics, de Washington, nos Estados Unidos.

O objetivo foi estabelecer a RELAÇÃO ENTRE A PRESENÇA DA MULHER EM POSIÇÕES DE GESTÃO CORPORATIVA E O DESEMPENHO DA COMPANHIA como um todo, assim como sua rentabilidade. A ESSÊNCIA da investigação, portanto, estava no RESULTADO POSITIVO que isso pode trazer, conforme a proporção aumenta – ou seja, quanto maior o público feminino nessas áreas, maiores os ganhos.

Contudo, não ficou claro nos relatórios se esses incrementos foram em função da qualidade da liderança em questão, dos benefícios advindos da diversidade de pensamento ou outros fatores.  Os pesquisadores conseguiram, apenas, demonstrar a ligação estatística entre eles: que pode refletir a EXISTÊNCIA DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA EXECUTIVAS (e, nesse aspecto, aquelas organizações que não possuem tal prática levam vantagem sobre as outras) ou o fato de que a PRESENÇA DA MULHER CONTRIBUI PARA A PLURALIDADE DE COMPETÊNCIAS (a fim de favorecer a instituição).

Além disso, uma das conclusões apontadas reforça a necessidade de que mais mulheres cheguem a essas posições, a fim de constituir não só uma figura de representação (como uma CEO ou diretora), mas um QUADRO DE GERÊNCIA que também seja CONSTITUÍDO DE UMA FORÇA FEMININA. Os MAIORES RENDIMENTOS financeiros se deram naqueles lugares de trabalho onde a GESTÃO EXECUTIVA ASSIM COMO A HIERARQUIA LOGO ABAIXO DELA ERA DELAS também. Sendo assim, é necessário CRIAR CAMINHOS para que as CHANCES DE CHEGAR AO TOPO inclua uma base mais larga de selecionadas.

E os pesquisadores fizeram questão de enfatizar a magnitude desses proventos para as instituições: naquelas em antes não havia líderes mulheres e o número subiu para 30%, se observou igualmente um acréscimo de 15% na margem da receita líquida operacional.

Dentre o total de EMPRESAS levadas em consideração nessa análise, em torno de 60% não possuem representantes do sexo feminino no conselho deliberativo; mais de 50% não encontram ressonância nos executivos “nível-C” (que designa o primeiro escalão de chefia ou delimita o nível hierárquico no ambiente corporativo); e menos de 5% chegam ao título de CEO (que equivale à colocação de diretor executivo).

Ainda falta muito para a IGUALDADE total ENTRE OS GÊNEROS mas, perante a disposição em se levantar o assunto, analisar os temas e observar o comportamento do mercado no que diz respeito ao tratamento dado às mulheres, direções são abertas (ou, ao menos, a possibilidade delas), a fim de que haja uma MUDANÇA CONCRETA na sociedade e as oportunidades sejam melhores distribuídas.

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