Carreira & Finanças

Necessidade em cheque: especialista diz que salto alto pode causar até problemas nas cordas vocais

A evidência do problema faz parte de uma petição para que o uso desse tipo de sapato em ambiente profissional não seja obrigatório

Sapato de salto alto é lindo e sensual, mas pode ser bastante desconfortável aos pés em muitas ocasiões, não é mesmo? Ainda mais quando ele é considerado uma obrigatoriedade no ambiente profissional. O hábito, no entanto, podeACARRETAR PROBLEMAS NA COLUNA E ATÉ MESMO PARA AS CORDAS VOCAIS.

A britânica Helen Swell, coach de impostação de voz e comunicação, defende que, ao se concentrar para andar com o salto, VOCÊ ACELERA O RITMO RESPIRATÓRIO TORNANDO-O FRACO e superficial e, assim, coloca muito mais pressão ao falar.  Em longo prazo, issoPREJUDICA A VOZ, pois a projeção dela não se dá de maneira adequada. Além de tudo, uma vez que o padrão de entrada e saída do ar é alterado, também se afeta a capacidade de pensar claramente (por causa da oxigenação no cérebro).

Segundo especialista, já que homens não têm a necessidade de usar sapato alto, as mulheres deveriam ser beneficiadas disso também FOTO: thinkstock

SEGUNDO ESPECIALISTA, JÁ QUE HOMENS NÃO TÊM A NECESSIDADE DE USAR SAPATO ALTO, AS MULHERES DEVERIAM SER BENEFICIADAS DISSO TAMBÉM FOTO: THINKSTOCK

A especialista é mais uma a se juntar à petição encaminhada ao parlamento do governo britânico, iniciada por Nicola Thorp, uma funcionária que foi demitida por se recusar a cumprir com a exigência de estar de salto alto, para que tal demanda se torne ilegal. As evidências foram por ela elaboradas em um documento, como prova das consequências físicas que isso pode acarretar: os prejuízos na saúde feminina são refletidos na necessidade constante de se tirar uma folga ou reservar um horário do dia de trabalho para ir ao médico.

No postulado de abertura do seu texto, Helen afirma: “Já que homens não têm a necessidade de usar esse tipo de sapato para trabalhar, aqueles empregadores que imporem isso às mulheres estarão incorrendo num ato discriminatório”.

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