Carreira & Finanças

Ser feliz no trabalho depende do tempo de busca pela vaga, da educação e do salário

O que é preciso para SER FELIZ PROFISSIONALMENTE? De acordo com um novo estudo, fatores como o MOMENTO EM QUE VOCÊ ESTÁ, SUA REDE DE CONTATOS, EDUCAÇÃO E O SALÁRIO contam bastante.

Esses elementos foram citados em uma PESQUISA DESENVOLVIDA PELA AGÊNCIA EARNEST com mais de 1.000 TRABALHADORES. Eles foram questionados, basicamente, sobre as características do seu emprego mais recente e sobre como conquistaram aquela vaga.

Uma das conclusões foi que, QUANTO MAIOR O TEMPO que os profissionais levaram para conseguir o emprego, MENOR A SATISFAÇÃO com a vaga – e vice-versa: quanto menor o tempo de busca maior o contentamento com o emprego.

Outro fator importante é o nível de formação. As pessoas que tinham ESTUDADO MAIS – com diplomas de graduação – se mostravam mais contentes do que aquelas com menor tempo de estudo. Sobre isso, os pesquisadores da agência destacam: “Não é barato estudar, o que pode não trazer felicidade de imediato. Mas o retorno desse investimento é um MAIOR NÍVEL DE CONTENTAMENTO NO FUTURO”.

Por fim, o elemento mais óbvio é a REMUNERAÇÃO, e o levantamento constatou que o DINHEIRO REALMENTE É RESPONSÁVEL PELA SUA FELICIDADE no trabalho. A pesquisa concluiu, inclusive, que QUEM GANHA MAIS ESTÁ MAIS SATISFEITO até mesmo do que aqueles que TRABALHAM DE CASA. E uma dica: os trabalhadores que disseram TER NEGOCIADO O VALOR DO SALÁRIO afirmam estar mais felizes do que aqueles que não negociaram.

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