Comportamento

Você tende a errar mais o nome das pessoas que ama, diz estudo

Tudo tem a ver com a forma como o cérebro “cataloga” os nomes na cabeça

Trocar o nome das pessoas é uma das ações mais comuns que existem. Pode acontecer dentro da sua casa ou no meio de um noticiário ao vivo na TV. Mas será distração? Falta de memória? A idade avançada? Nada disso! O real motivo você vai descobrir, agora.

De acordo com um novo estudo publicado no MEMORY & COGNITION JOURNAL , e assinado pela cientista cognitiva SAMANTHA DEFFLER, da ROLLINS COLLEGE (EUA), está tudo relacionado ao modo com que o cérebro armazena esses nomes. Suponha que é uma estante, com prateleiras especiais para os nomes dos familiares e amigos. Depois de analisar 1.700 homens e mulheres de diferentes idades, concluiu-se que “é uma falha cognitiva normal”, em destaque entre uma categoria específica: “mães, especialmente mães. Qualquer mãe com quem já conversei, fala ‘eu com certeza já fiz isso’”.

NEIL MULLIGAN, cientista cognitivo da UNIVERSIDADE DA CAROLINA DO NORTE em Chapel Hill (EUA), e colaboradora do estudo, revelou que “conforme você se prepara para produzir a fala, não ativa apenas o nome da pessoa que quer, mas também os nomes competitivos”. Isso significa que os nomes dos filhos, por exemplo, estão todos na mesma prateleira, só que nem sempre é o nome certo quem vem à boca.

O cachorrinho da família também pode ter o nome no meio da confusão, já que muitas vezes é considerado também um filho. Lisa5201/istock

O CACHORRINHO DA FAMÍLIA TAMBÉM PODE TER O NOME NO MEIO DA CONFUSÃO, JÁ QUE MUITAS VEZES É CONSIDERADO TAMBÉM UM FILHO. LISA5201/ISTOCK

Quer mais? Até o nome do seu bichinho de estimação pode estar junto com o das crianças, mas não qualquer animalzinho: “você tem muito mais chances de ser chamado pelo nome do cachorro do que do gato”, afirma Mulligan, pois ele, na maioria dos casos, é considerado um membro da família.

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